- Materiais impressosR$ 4 mil58,8%
- Materiais impressosR$ 6209,1%
- Outras 2 categoriasR$ 2 mil32,1%
Marinalva (Marinalva Soares Pereira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereadora em Belo Horizonte/MG: 4.888 votos. Na campanha de 2012 para vereadora em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 270 de doações privadas e R$ 354 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), baixa de estimáveis - publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil) e baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 657). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marinalva Soares Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marinalva declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Belo Horizonte (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 270 de doações privadas e R$ 354 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e baixa de estimáveis - publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil). Em 2008, 100% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.