Chang Seon Lim

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Chang Seon Lim
4 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PV
74 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante
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Mestre Lim (Chang Seon Lim) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 5.140 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 17 mil em 2018 (59% com militância e mobilização de rua) e R$ 4 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

306 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Chang Seon Lim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Mestre Lim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, deputado estadual por Minas Gerais em 2018, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil). Em 2018, 59% dos R$ 17 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2006, 58% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32006, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 2 mil100,0%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
doações de pessoas
FEFC 53% · Fundo Partidário 5% · pessoas 5% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil58,5%
  • Materiais impressosR$ 7 mil41,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 5menos de 0,1%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido 39% · pessoas 61%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil58,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil41,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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