Leonardo José de Mattos

Foto de Leonardo José de Mattos
Leonardo José de Mattos
13 eleições entre 1996 e 2026 · último partido PSDB
71 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Leonardo Mattos (Leonardo José de Mattos) disputou 12 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado federal e vice-governador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2012, 2008, 2000 e 1996; deputado federal em 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 52.030 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por MG pelo PSDB. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 600 em 2024 (78% com militância e mobilização de rua) e R$ 113 mil em 2022.

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Evolução da votação nas eleições

801 votos em 2024 · 13 eleições · 2026 em disputa

A votação de Leonardo José de Mattos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 100 mil em receitas · R$ 57 mil em gastos contratados

Leonardo Mattos declarou receitas e gastos ao TSE em 10 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2018, 2022 e 2026, vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e vice-governador por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil); R$ 30 mil já foram pagos. Em 2024, 78% dos R$ 600 em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 89% dos R$ 113 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 100 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 57 milcontratados, parcial; R$ 30 mil pagos
Gastos em 2024R$ 600campanha encerrada; tudo pago
Campanhas10de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 57 mil
pago até agora: R$ 30 mil (52%)
  • Serviços de terceirosR$ 55 mil94,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil3,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil1,7%
2024Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido 42% · pessoas 58%
Gasto contratado
R$ 600
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 47078,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13021,7%
2022Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 113 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 101 mil88,8%
  • Materiais impressosR$ 11 mil10,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil1,1%
Ver as 7 campanhas anteriores
2020Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 86 mil
sem doações de pessoas
FEFC 66% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 79 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 67 mil84,0%
  • Materiais impressosR$ 7 mil8,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil1,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 4 mil5,2%
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 205 mil
sem doações de pessoas
FEFC 67% · Fundo Partidário 33%
Gasto contratado
R$ 170 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 131 mil76,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil3,4%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 6 mil3,2%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil1,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5000,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil14,6%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 197 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 8% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 4% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 197 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 42 mil21,5%
  • PessoalR$ 40 mil20,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil2,7%
  • Locação de imóveisR$ 9500,5%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 109 mil55,2%
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 439 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 5% · partido 41% · pessoas 2% · empresas 31% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 258 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80 mil30,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil0,6%
  • Serviços de terceirosR$ 5000,2%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 23 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 176 mil68,3%
2010Vice-governador, Minas Gerais
Arrecadado
R$ 63 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 92% · pessoas 8%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 28% · empresas 26% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 120 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 31 mil25,8%
  • Materiais impressosR$ 23 mil19,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil55,0%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 222 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 9% · empresas 75% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 221 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 75 mil33,9%
  • PessoalR$ 71 mil32,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 75 mil34,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

13 candidaturas · eleito em 2002, 2008 e 2012 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

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Leonardo Mattos (PSDB): Deputado Federal por MG em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto