Leonardo Silveira de Castro Pires

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Leonardo Silveira de Castro Pires
8 eleições entre 2000 e 2022 · último partido UNIÃO
53 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Vereador
redes informadas ao TSE
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Leo Burgues (Leonardo Silveira de Castro Pires) disputou 8 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2020, 2016, 2012, 2008 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 23.125 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 892 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 250 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 129 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 662 mil em 2020 (45% com pessoal) e R$ 319 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

19.452 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Leonardo Silveira de Castro Pires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1,4 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos

Leo Burgues declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Minas Gerais em 2014, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 892 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 250 mil). Em 2020, 45% dos R$ 662 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 62% dos R$ 319 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 1,4 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,4 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 662 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
39 doadores pessoas físicas
FEFC 92% · pessoas 7% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 892 mil62,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 250 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 129 mil9,1%
  • Serviços de terceirosR$ 45 mil3,2%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil0,6%
  • Outras 12 categoriasR$ 98 mil6,9%
2020Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 663 mil
77 doadores pessoas físicas
FEFC 68% · pessoas 30% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 662 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 295 mil44,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 166 mil25,1%
  • Serviços de terceirosR$ 38 mil5,7%
  • Materiais impressosR$ 36 mil5,4%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil0,9%
  • Outras 13 categoriasR$ 121 mil18,3%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 319 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 50% · pessoas 25% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 319 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 198 mil62,1%
  • Materiais impressosR$ 27 mil8,5%
  • Materiais impressosR$ 25 mil7,8%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil1,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil0,6%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 61 mil19,2%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 898 mil
31 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 26% · empresas 30%
Gasto contratado
R$ 898 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 382 mil42,6%
  • Materiais impressosR$ 90 mil10,1%
  • Materiais impressosR$ 65 mil7,2%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil1,4%
  • Locação de imóveisR$ 9 mil1,0%
  • Outras 18 categoriasR$ 339 mil37,7%
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 512 mil
40 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 54% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 9% · empresas 34% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 259 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 96 mil36,9%
  • Materiais impressosR$ 18 mil7,0%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil1,9%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 140 mil54,1%
2008Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 212 mil
51 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas 29% · empresas 26% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 212 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 84 mil39,4%
  • Materiais impressosR$ 29 mil13,7%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 327 lançados como "diversas a especificar"R$ 100 mil47,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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