- PessoalR$ 892 mil62,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 250 mil17,6%
- Materiais impressosR$ 129 mil9,1%
- Serviços de terceirosR$ 45 mil3,2%
- Locação de imóveisR$ 8 mil0,6%
- Outras 12 categoriasR$ 98 mil6,9%
Leo Burgues (Leonardo Silveira de Castro Pires) disputou 8 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2020, 2016, 2012, 2008 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 23.125 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 892 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 250 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 129 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 662 mil em 2020 (45% com pessoal) e R$ 319 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Leonardo Silveira de Castro Pires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leo Burgues declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Minas Gerais em 2014, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 892 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 250 mil). Em 2020, 45% dos R$ 662 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 62% dos R$ 319 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.