João da Escola (João César da Silva) disputou 11 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 1.385 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 6 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2018 (41% com pessoal) e R$ 3 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
196 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de Joao Cesar da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 6 mil em receitas
João da Escola declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2014, 2018 e 2022, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 6 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2018, 41% dos R$ 5 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 43% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2022R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 4 categoriasinclui R$ 568 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil58,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008SUPLENTE1.183LBelo Horizonte, Minas Gerais · 51 anos · Ensino fundamental completo · Servidor Público Municipal · PTB · nº 14889 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE1.385GMG · 49 anos · Ensino fundamental completo · Porteiro de Edifício, Ascensorista, Garagista e Zelador · PMN · nº 33889 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE866LBelo Horizonte, Minas Gerais · 47 anos · Ensino fundamental completo · Comerciante · PAN · nº 26889 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.