Joana do Jurandir (Joana Maria da Silva de Sousa) disputou 11 eleições entre 1994 e 2014, para deputada estadual, vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por MG: 637 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 480 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 480). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 (51% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
258 votos em 2014 · 11 eleições
A votação de Joana Maria da Silva de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados
Joana do Jurandir declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por Minas Gerais em 2006 e 2010, vereadora em Belo Horizonte (MG) em 2008 e 2012, e deputada estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 480 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 480). Em 2012, 51% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 93% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Receitas em 2014R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.