Celio de Cassio Moreira

Foto de Celio de Cassio Moreira
Celio de Cassio Moreira
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSD
64 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Celio Moreira (Célio de Cássio Moreira) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010, 2006 e 2002; vereador de Belo Horizonte em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 62.582 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Corinto/MG, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 146 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 164 mil, principalmente com pessoal (R$ 60 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 26 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 284 mil em 2018 (58% com militância e mobilização de rua) e R$ 776 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

4.441 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Celio de Cassio Moreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 168 mil em receitas · R$ 164 mil em gastos

Celio Moreira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Corinto (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 146 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 164 mil, principalmente com pessoal (R$ 60 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 26 mil). Em 2018, 58% dos R$ 284 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, R$ 776 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 168 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 164 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 284 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Corinto (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 87% · pessoas 5% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 164 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 60 mil36,5%
  • Materiais impressosR$ 19 mil11,5%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil4,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil1,8%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,9%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 222 lançados como "diversas a especificar"R$ 74 mil45,0%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 338 mil
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 8% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 1% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 284 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 166 mil58,5%
  • Materiais impressosR$ 38 mil13,5%
  • Locação de imóveisR$ 18 mil6,3%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil1,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 7 lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil20,8%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 776 mil
33 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 19% · empresas 34% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 776 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 206 mil26,6%
  • Materiais impressosR$ 126 mil16,2%
  • Locação de imóveisR$ 29 mil3,7%
  • Materiais impressosR$ 13 mil1,7%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil0,7%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 396 mil51,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
685 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 32% · empresas 22% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 302 mil28,5%
  • Materiais impressosR$ 277 mil26,1%
  • Locação de imóveisR$ 23 mil2,2%
  • Serviços de terceirosR$ 518menos de 0,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 458 mil43,2%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 367 mil
91 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 28% · pessoas menos de 1% · empresas 66% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 367 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 198 mil53,9%
  • Serviços de terceirosR$ 83 mil22,7%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,7%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 83 mil22,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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