Moacir Coimbra Brasil (Moacir Pereira Coimbra) disputou 10 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 2.013 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 300 em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2016 (58% com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 2 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
497 votos em 2018 · 10 eleições
A votação de Moacir Pereira Coimbra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 300 em receitas
Moacir Coimbra Brasil declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2010, 2014 e 2018, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 300 em receitas, de doações privadas. Em 2016, 58% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos; em 2014, 73% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2018R$ 300campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2016—LBelo Horizonte, Minas Gerais · 69 anos · Parda · Ensino médio completo · PATRIOTA · nº 51800 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Deputado Federal · 2014SUPLENTE1.770GMG · 67 anos · Preta · Superior completo · Jornalista e Redator · PSC · nº 2000 · ver resultado completo
Deputado Federal · 19941.128não eleitoGMG · 47 anos · Ensino médio completo · PSD · nº 4155 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.