- Materiais impressosR$ 38 mil23,7%
- Locação de imóveisR$ 7 mil4,6%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil2,5%
- PessoalR$ 2 mil1,1%
- Outras 12 categoriasR$ 110 mil68,1%
Carlão (Antônio Carlos Ramos Pereira) disputou 6 eleições entre 1982 e 2006, para deputado federal, vereador, governador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2004; deputado estadual em 1990. A maior votação foi em 1994, para governador por MG: 585.173 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por MG, declarou R$ 182 mil em receitas: R$ 69 mil de doações privadas (70 doadores), R$ 99 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com despesas postais (R$ 47 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 19 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Carlos Ramos Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Minas Gerais em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 182 mil em receitas: R$ 69 mil de doações privadas (70 doadores), R$ 99 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com despesas postais (R$ 47 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.