Alexandre Gomes (Alexandre José Gomes) disputou 7 eleições entre 1996 e 2012, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por MG: 27.839 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 486 mil em receitas: R$ 199 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 247 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 135 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 15 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 126 mil.
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Evolução da votação nas eleições
7.241 votos em 2012 (eleito) · 7 eleições
A votação de Alexandre Jose Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 486 mil em receitas · R$ 135 mil em gastos contratados
Alexandre Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 486 mil em receitas: R$ 199 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 247 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 135 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Em 2008, R$ 126 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 486 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 135 milcontratados
Gastos em 2008R$ 126 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 27% · empresas 65% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 126 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 40 mil31,3%
Materiais impressosR$ 13 mil10,3%
Locação de imóveisR$ 3 mil2,4%
Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 71 mil56,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE23.984GMG · 45 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PFL / PPB / PSL / PAN
Vereador · 2000ELEITO10.833LBelo Horizonte, Minas Gerais · 43 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE27.839GMG · 41 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PPB / PSDB
Vereador · 1996ELEITO11.361LBelo Horizonte, Minas Gerais · 39 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.