- Serviços de terceirosR$ 10 mil64,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil19,3%
- Serviços contábeisR$ 3 mil16,1%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 15menos de 0,1%
Deputado Estadual pela Bahia · 1º turno
99,35% das urnas da Bahia apuradas às 22h19 (TSE)
2.525 votos (0,03% dos válidos)
187º lugar até agora, entre 612 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Yulo (Yulo Oiticica Pereira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por BA: 56.507 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por BA pelo PT. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 70 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil) e serviços contábeis (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 18 mil em 2016 (43% com publicidade por materiais impressos) e R$ 186 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Yulo Oiticica Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Yulo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, 2010 e 2026, deputado federal por Bahia em 2014, e vereador em Salvador (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 70 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil); R$ 16 mil já foram pagos. Em 2016, 43% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 40% dos R$ 186 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.