- Serviços advocatíciosR$ 30 mil28,2%
- Serviços contábeisR$ 30 mil28,2%
- Materiais impressosR$ 25 mil23,1%
- Locação de imóveisR$ 10 mil9,4%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 12 mil11,1%
Deputado Estadual pela Bahia · 1º turno
97,15% das urnas da Bahia apuradas às 21h27 (TSE)
26.303 votos (0,33% dos válidos)
97º lugar até agora, entre 612 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Jacó (Mário Augusto de Almeida Neto) disputou 4 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por BA: 49.749 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por BA pelo PT. Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, indicou R$ 3,6 milhões em 4 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 1 município; 67% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 125 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 106 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 30 mil), serviços contábeis (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 508 mil em 2022 (76% com publicidade por materiais impressos) e R$ 149 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mario Augusto de Almeida Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jacó declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 125 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 106 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 30 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil); R$ 51 mil já foram pagos. Em 2022, 76% dos R$ 508 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 47% dos R$ 149 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, Jacó indicou R$ 3,6 milhões em 4 emendas estaduais ao orçamento de 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 1 município. Até a coleta na fonte, 67% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (67%). A cidade que mais recebeu foi 36510.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 3,6 milhões | R$ 2,4 milhões | 67% | 4 | 1 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Governo do Estado da Bahia — Portal da Transparência, painel de Emendas Parlamentares (execução orçamentária), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.