- Materiais impressosR$ 201 mil100,0%
Deputada Federal pela Bahia · 1º turno
97,15% das urnas da Bahia apuradas às 21h27 (TSE)
2.335 votos (0,03% dos válidos)
173º lugar até agora, entre 502 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Mônica Marapara (Mônica Corrêa Marapara) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por BA: 2.909 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por BA pelo MDB. Na campanha de 2026 para deputada federal por BA, declarou R$ 280 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 201 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 160 mil em 2022 (45% com pessoal) e R$ 80 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mônica Corrêa Marapara em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mônica Marapara declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada federal por Bahia em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 280 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 201 mil); R$ 201 mil já foram pagos. Em 2022, 45% dos R$ 160 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 53% dos R$ 80 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.