- ComíciosR$ 21 mil19,2%
- PessoalR$ 16 mil14,5%
- Publicidade por carros de somR$ 15 mil13,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil11,0%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil41,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Euripedes Potenciano (Euripedes Potenciano da Silva) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Itaguaru em 2016, 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Itaguaru/GO: 2.600 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Itaguaru/GO, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 304 do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 103 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com comícios (R$ 21 mil), pessoal (R$ 16 mil) e publicidade por carros de som (R$ 15 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 68 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Euripedes Potenciano da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Euripedes Potenciano declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Itaguaru (GO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 304 do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 103 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com comícios (R$ 21 mil) e pessoal (R$ 16 mil). Em 2012, R$ 68 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.