Adhemar de Barros Filho

Foto de Adhemar de Barros Filho
Adhemar de Barros Filho
12 eleições entre 1966 e 2010 · último partido PP
81 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adhémar de Barros Filho disputou 12 eleições entre 1966 e 2010, para deputado federal, governador e senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 1994, 1986, 1978, 1974, 1970 e 1966. A maior votação foi em 1982, para senador por SP: 1.604.340 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por SP, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 80 de outras campanhas, R$ 10 mil de empresas e R$ 204 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 215 mil, principalmente com despesas postais (R$ 55 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 31 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 81).

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Evolução da votação nas eleições

6.632 votos em 2010 · 12 eleições

A votação de Adhemar de Barros Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 215 mil em receitas · R$ 215 mil em gastos contratados

Adhémar de Barros Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 80 de outras campanhas, R$ 10 mil de empresas e R$ 204 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 215 mil, principalmente com despesas postais (R$ 55 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 31 mil).

Receitas em 2010R$ 215 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 215 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 215 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · empresas 5% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 215 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 55 mil25,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 31 mil14,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 81menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 119 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 129 mil59,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 1978, 1986 e 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892