Magal (Evando Magal Abadia Correia e Silva) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Caldas Novas em 2012 e 2000; deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por GO: 29.698 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Caldas Novas/GO, declarou R$ 757 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 109 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 625 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 418 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 230 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 71 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 46 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 728 mil em 2010 e R$ 347 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
23.020 votos em 2012 (eleito) · 5 eleições
A votação de Evando Magal Abadia Correia e Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 757 mil em receitas · R$ 418 mil em gastos contratados
Magal declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006 e 2010, e prefeito em Caldas Novas (GO) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 757 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 109 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 625 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 418 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 230 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 71 mil). Em 2010, R$ 728 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 347 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 757 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 418 milcontratados
Gastos em 2010R$ 728 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 53% · pessoas 11% · empresas 36%
Gasto contratado
R$ 330 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 120 mil36,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil12,5%
Locação/cessão de bens móveisR$ 38 mil11,6%
Publicidade por carros de somR$ 21 mil6,2%
Outras 19 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 110 mil33,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.