Walace Alcure

Foto de Walace dos Santos Alcure
Walace Alcure
Walace dos Santos Alcure (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PSD
70 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Walace Alcure (Walace dos Santos Alcure) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Pancas em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por ES: 6.996 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Pancas/ES, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 18 mil, 83% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.271 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Walace dos Santos Alcure em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Walace Alcure declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Pancas (ES) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2012, 83% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 18 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Pancas (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido 48% · pessoas 52%
Gasto contratado
R$ 3 mil
pago: R$ 3 mil (99%)
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil69,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil30,9%
2012Prefeito, Pancas (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 40% · empresas 5% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil82,8%
  • ComíciosR$ 2 mil8,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil8,1%
  • Energia elétricaR$ 1670,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892