Ivan Luiz Paganini

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Ivan Luiz Paganini
6 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PSB
67 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Ivan Paganini (Ivan Luiz Paganini) disputou 6 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, deputado federal, vereador e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Domingos Martins em 2012 e 2008; prefeito de Domingos Martins em 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Domingos Martins/ES: 9.616 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por ES, declarou R$ 300 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com pessoal (R$ 51 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2012 (85% com publicidade por materiais impressos) e R$ 8 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

3.239 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Ivan Luiz Paganini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 300 mil em receitas · R$ 300 mil em gastos

Ivan Paganini declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Domingos Martins (ES) em 2008 e 2012, e deputado federal por Espírito Santo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 300 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com pessoal (R$ 51 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2012, 85% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 51% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2022R$ 300 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 300 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 300 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 51 mil16,9%
  • Materiais impressosR$ 18 mil6,1%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil1,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 150 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 226 mil75,3%
2012Vereador, Domingos Martins (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 95%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil84,8%
  • Materiais impressosR$ 49910,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 2004,3%
2008Vereador, Domingos Martins (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil46,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil53,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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