- Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil17,4%
- Serviços de terceirosR$ 23 mil16,3%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil15,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil12,6%
- Outras 16 categoriasR$ 54 mil38,0%
Wálter (Wálter Ramos de Araújo Júnior) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de São Gonçalo do Amarante em 2008 e 2004; vereador de São Gonçalo do Amarante em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em São Gonçalo do Amarante/CE: 17.812 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em São Gonçalo do Amarante/CE, declarou R$ 143 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 121 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 143 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil), serviços de terceiros (R$ 23 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 22 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Wálter Ramos de Araújo Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Wálter declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Gonçalo do Amarante (CE) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 143 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 121 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 143 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil) e serviços de terceiros (R$ 23 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.