Wilebaldo Melo Aguiar

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Wilebaldo Melo Aguiar
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PDT
51 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Médico
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Wilebaldo Aguiar Pombo Branco (Wilebaldo Melo Aguiar) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Mucambo em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Mucambo/CE: 4.933 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Mucambo/CE, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 58 mil de doações privadas (69 doadores) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil.

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Evolução da votação nas eleições

4.933 votos em 2012 (eleito) · 4 eleições

A votação de Wilebaldo Melo Aguiar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 81 mil em receitas · R$ 81 mil em gastos contratados

Wilebaldo Aguiar Pombo Branco declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Mucambo (CE) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 58 mil de doações privadas (69 doadores) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil). Em 2012, R$ 31 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 81 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 81 milcontratados
Gastos em 2012R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Mucambo (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
69 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil4,7%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil3,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 72 mil89,1%
2012Prefeito, Mucambo (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
16 doadores pessoas físicas
pessoas 44% · empresas 5% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil25,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil74,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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