- Publicidade por adesivosR$ 12 mil61,7%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil24,9%
- Materiais impressosR$ 2 mil10,0%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6603,3%
- Outras 1 categoriaR$ 12menos de 0,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Vagalume (Paulo Henrique Canuto Machado) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 7 vezes: vereador de Massapê em 2024, 2020, 2016, 2012, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para vereador em Massapê/CE: 1.633 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Massapê/CE, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 12 mil), serviços de terceiros (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2020 e R$ 22 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Henrique Canuto Machado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Vagalume declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Massapê (CE) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 12 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Em 2020, R$ 11 mil em gastos; em 2016, R$ 22 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.