10 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PMN
63 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Duarte (Paulo Carlos Silva Duarte) disputou 10 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Limoeiro do Norte em 2012; deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por CE: 35.406 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por CE, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 36 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), publicidade por carros de som (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 129 mil em 2016 e R$ 61 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
8.612 votos em 2018 · 10 eleições
A votação de Paulo Carlos Silva Duarte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 58 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos
Paulo Duarte declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006, 2010 e 2018, e prefeito em Limoeiro do Norte (CE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 36 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e publicidade por carros de som (R$ 12 mil). Em 2016, R$ 129 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 61 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 58 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 52 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 129 milcontratados, campanha encerrada
Outras 2 categoriasinclui R$ 568 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil20,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998ELEITO · MÉDIA23.131GCE · 43 anos · Superior completo · PSDB · nº 45123 · ver resultado completo
Coligação: PPS / PSD / PSDB
Deputado Estadual · 1994ELEITO · MÉDIA19.833GCE · 39 anos · Superior completo · Parlamentar · PSDB · nº 45123 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.