Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dede Teixeira (Francisco José Teixeira (dedé Teixeira)) disputou 8 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010; prefeito de Icapuí em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por CE: 52.679 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por CE, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 30 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e publicidade por adesivos (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 378 mil em 2014 e R$ 266 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
2.046 votos em 2018 (anulados) · 8 eleições
A votação de Francisco Jose Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 64 mil em receitas · R$ 72 mil em gastos contratados
Dede Teixeira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Icapuí (CE) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil). Em 2014, R$ 378 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 266 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 64 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 72 milcontratados
Gastos em 2014R$ 378 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil4,0%
Outras 12 categoriasR$ 24 mil23,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2018VOTOS ANULADOSINDEFERIDO2.046GCE · 56 anos · Preta · Superior completo · Deputado · PT · nº 13200 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO4.272LIcapuí, Ceará · 34 anos · Superior completo · Geologo · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE13.037GCE · 32 anos · Superior completo · Geologo · PT · nº 13200 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.