Paulo de Quena (Paulo Antonio Torres de Brito) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Riachão das Neves em 2004; vereador de Riachão das Neves em 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Riachão das Neves/BA: 5.814 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Riachão das Neves/BA, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 6 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
5.814 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Paulo Antonio Torres de Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 17 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados
Paulo de Quena declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Riachão das Neves (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 6 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil).
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 6 mil34,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil18,0%
Publicidade por adesivosR$ 3 mil16,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil9,0%
Outras 5 categoriasinclui R$ 180 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil22,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO392LRiachão das Neves, Bahia · 43 anos · Ensino médio incompleto · PFL · nº 25612 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE293LRiachão das Neves, Bahia · 39 anos · Ensino médio incompleto · PFL · nº 25612 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.