Didi

Foto de Valdir Jesus de Souza
Didi
Valdir Jesus de Souza (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSB
57 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental completo
Prefeito
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Didi (Valdir Jesus de Souza) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Itanagra em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Itanagra/BA: 2.033 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Itanagra/BA, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 344 do Fundo Partidário, R$ 110 mil de doações privadas (57 doadores), R$ 61 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 19 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 12 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 507.

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Evolução da votação nas eleições

2.033 votos em 2012 (eleito) · 4 eleições

A votação de Valdir Jesus de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 173 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos contratados

Didi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Itanagra (BA) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 344 do Fundo Partidário, R$ 110 mil de doações privadas (57 doadores), R$ 61 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 19 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil). Em 2008, R$ 507 em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 173 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 79 milcontratados
Gastos em 2008R$ 507contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Itanagra (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 173 mil
57 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 64% · empresas 35% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 79 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 19 mil24,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil16,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil14,8%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil12,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil32,3%
2008Prefeito, Itanagra (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 507
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 507
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 507100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892