Sieliton

Foto de Sieliton Almeida da Silva
Sieliton
Sieliton Almeida da Silva (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSB
46 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Agricultor
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sieliton (Sieliton Almeida da Silva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Itamari em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para vereador em Itamari/BA: 419 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Itamari/BA, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 512). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 421, 48% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

419 votos em 2012 (eleito) · 6 eleições

A votação de Sieliton Almeida da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Sieliton declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itamari (BA) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2008, 48% dos R$ 421 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 421contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Recursos próprios
2012Vereador, Itamari (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil45,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil36,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 51218,0%
2008Vereador, Itamari (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 421
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 421
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20047,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 221 lançados como "diversas a especificar"R$ 22152,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892