Léo de Garcia

Foto de Leonardo Barreto de Pinho
Léo de Garcia
Leonardo Barreto de Pinho (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PROS
46 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Léo de Garcia (Leonardo Barreto de Pinho) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Araci em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por BA: 3.873 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Araci/BA, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 970) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 80). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2018 (91% com serviços de terceiros) e R$ 375 em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

428 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Leonardo Barreto de Pinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Léo de Garcia declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, 2014 e 2018, e vereador em Araci (BA) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 970). Em 2018, 91% dos R$ 3 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, 99% dos R$ 375 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Araci (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 1 mil48,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 97047,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 803,9%
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil90,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 2508,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 351,2%
2016Vereador, Araci (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 375
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 375
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 37098,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 51,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 1 mil100,0%
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 40% · empresas 30% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil44,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil9,6%
  • Locação de imóveisR$ 7002,8%
  • Serviços de terceirosR$ 5742,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil40,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892