- Serviços de terceirosR$ 400100,0%
Já tem conta? Entrar

Fonfon (Augusto de Oliveira Mendes) disputou 9 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Macapá/AP: 305 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 400 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 400, principalmente com serviços de terceiros (R$ 400). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2014 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 579 em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Augusto de Oliveira Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (49 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Fonfon declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2014, e vereador em Macapá (AP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 400 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 400, principalmente com serviços de terceiros (R$ 400). Em 2014, 53% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 579 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Fonfon não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2016, para vereador em Macapá/AP, Fonfon teve 50 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereador em Macapá/AP, Fonfon declarou R$ 400 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 400, principalmente com serviços de terceiros (R$ 400). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Fonfon declarou ao TSE gastos de R$ 400 na campanha de 2016 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado), R$ 4 mil na campanha de 2014 a deputado estadual por AP (gasto contratado declarado) e R$ 579 na campanha de 2010 a deputado estadual por AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Fonfon declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2014, e vereador em Macapá (AP) em 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Fonfon foi em 2008, para vereador em Macapá (AP): 305 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Fonfon disputou 9 eleições, de 2000 a 2016: vereador em Macapá (AP) em 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016; deputado estadual por Amapá em 2002, 2006, 2010 e 2014. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Fonfon concorreu pelo PSDB em 2000, 2002, 2004, 2006, 2008 e 2010, pelo PTC em 2012 e pelo PRTB em 2014 e 2016. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Fonfon foi o 250º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2014, com 49 votos, 0,01% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2014 a maior votação de Fonfon para deputado estadual foi em Macapá (AP): 42 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto