Raymundo Nonato Lopes

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Raymundo Nonato Lopes
7 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PMDB
70 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Nonato Lopes (Raymundo Nonato Lopes) disputou 7 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Iranduba em 2008 e 2004; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por AM: 9.253 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Iranduba/AM, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 50 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 115 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 39 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 15 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 991 mil.

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Evolução da votação nas eleições

6.990 votos em 2008 (eleito) · 7 eleições

A votação de Raymundo Nonato Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 115 mil em receitas · R$ 115 mil em gastos contratados

Nonato Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Iranduba (AM) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 50 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 115 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 39 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil). Em 2008, R$ 991 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 115 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 115 milcontratados
Gastos em 2008R$ 991 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Iranduba (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 115 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 43% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 115 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 29 mil25,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 15 mil13,1%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil5,2%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil2,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil1,1%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 61 mil52,8%
2008Prefeito, Iranduba (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 991 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 6% · empresas 92% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 991 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 299 mil30,2%
  • Materiais impressosR$ 89 mil9,0%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil2,3%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 111 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 579 mil58,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1994, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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