Roberto Rui (Roberto Rui Guerra de Souza) disputou 6 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Humaitá em 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Humaitá/AM: 8.982 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Humaitá/AM, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 43 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil), militância e mobilização de rua (R$ 13 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 400 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 129 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
8.982 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Roberto Rui Guerra de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 65 mil em receitas · R$ 64 mil em gastos contratados
Roberto Rui declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Humaitá (AM) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 43 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 13 mil). Em 2012, 100% dos R$ 400 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 47% dos R$ 129 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 64 milcontratados
Gastos em 2012R$ 400contratados, campanha encerrada
Outras 8 categoriasinclui R$ 210 lançados como "diversas a especificar" e R$ 24 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 68 mil52,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE3.646GAM · 48 anos · Superior completo · Técnico em Agronomia e Agrimensura · PMDB · nº 15120 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PSDB / PT do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.