8 eleições entre 1962 e 2014 · último partido PMDB
84 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Senador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Simon (Pedro Jorge Simon) disputou 8 eleições entre 1962 e 2014, para senador, governador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: senador em 2006, 1998, 1990 e 1978; governador em 1986; deputado estadual em 1974 e 1962. A maior votação foi em 1998, para senador por RS: 2.485.111 votos. Na campanha de 2014 para senador por RS, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 419 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 8 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 426 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 108 mil), locação de imóveis (R$ 40 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 40 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 727 mil.
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Evolução da votação nas eleições
922.143 votos em 2014 · 8 eleições
A votação de Pedro Jorge Simon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 428 mil em receitas · R$ 426 mil em gastos contratados
Simon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Rio Grande do Sul em 2006 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 419 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 8 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 426 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 108 mil) e locação de imóveis (R$ 40 mil). Em 2006, R$ 727 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 428 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 426 milcontratados
Gastos em 2006R$ 727 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 61% · pessoas menos de 1% · empresas 39%
Gasto contratado
R$ 727 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 135 mil18,6%
Materiais impressosR$ 87 mil12,0%
Serviços de terceirosR$ 25 mil3,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil1,1%
Outras 10 categoriasR$ 472 mil64,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Senador · 1990ELEITO1.576.664GRS · 60 anos · PMDB · nº 151 · ver resultado completoSenado Federal
Governador · 1986ELEITO2.009.381GRS · 56 anos · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Senador · 1978ELEITO1.751.469GRS · 48 anos · MDB · ver resultado completoSenado Federal
Deputado Estadual · 1974ELEITO141.883GRS · 44 anos · MDB · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1962ELEITO7.876GRS · 32 anos · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.