Joao Caldas

Foto de Joao Caldas da Silva
Joao Caldas
Joao Caldas da Silva (nome civil)
10 eleições entre 1994 e 2022 · último partido UNIÃO
62 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joao Caldas (João Caldas da Silva) disputou 10 eleições entre 1994 e 2022, para 1º suplente, deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por AL: 69.539 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AL, declarou R$ 200 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 66 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 38 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 146 mil em 2014 e R$ 459 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

7.337 votos em 2018 (anulados) · 10 eleições

A votação de Joao Caldas da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 200 mil em receitas · R$ 235 mil em gastos contratados

Joao Caldas declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Alagoas em 2006 e 2010, e deputado estadual por Alagoas em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 200 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 66 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil). Em 2014, R$ 146 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 459 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 200 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 235 milcontratados
Gastos em 2014R$ 146 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 235 mil
pago: R$ 200 mil (85%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 66 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 47 mil20,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 38 mil16,0%
  • PessoalR$ 26 mil11,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil24,9%
2014Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 110 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 15% · empresas 50% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 146 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 31 mil21,0%
  • Materiais impressosR$ 30 mil20,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil12,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil10,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 46 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil35,9%
2010Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 371 mil
doações de pessoas
pessoas 2% · empresas 98%
Gasto contratado
R$ 459 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 170 mil37,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 48 mil10,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 36 mil7,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil6,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 76 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 175 mil38,1%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 326 mil
sem doações de pessoas
partido 2% · empresas 98%
Gasto contratado
R$ 271 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 74 mil27,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 55 mil20,2%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 51 mil18,8%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil11,8%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil21,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892