Paulo Jose Alves Rattes

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Paulo Jose Alves Rattes
8 eleições entre 1978 e 2010 · último partido PMDB
77 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Agrônomo
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Paulo Rattes (Paulo José Alves Rattes) disputou 8 eleições entre 1978 e 2010, para deputado federal, prefeito e senador. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1978. A maior votação foi em 1994, para senador por RJ: 120.003 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por RJ, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 135 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 45 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 31 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 119 mil.

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Evolução da votação nas eleições

8.265 votos em 2010 · 8 eleições

A votação de Paulo Jose Alves Rattes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 150 mil em receitas · R$ 150 mil em gastos contratados

Paulo Rattes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 135 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 45 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 31 mil). Em 2006, R$ 119 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 150 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 150 milcontratados
Gastos em 2006R$ 119 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 90% · pessoas 8% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 150 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30 mil20,3%
  • PessoalR$ 6 mil4,2%
  • Serviços de terceirosR$ 4800,3%
  • Outras 12 categoriasR$ 112 mil75,1%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 119 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 4% · empresas 88% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 119 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil19,2%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil6,4%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil3,8%
  • Outras 13 categoriasR$ 84 mil70,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1978

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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