Angelim (Raimundo Angelim Vasconcelos) disputou 6 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014; prefeito de Rio Branco em 2008 e 2004; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Rio Branco/AC: 80.022 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 52,4 milhões empenhados em 68 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 47 municípios; 81% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por AC, declarou R$ 947 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 47 mil de doações privadas (58 doadores). Os gastos contratados somam R$ 893 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 234 mil), militância e mobilização de rua (R$ 121 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 104 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 405 mil em 2014 e R$ 187 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
14.123 votos em 2018 · 6 eleições
A votação de Raimundo Angelim Vasconcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 947 mil em receitas · R$ 893 mil em gastos
Angelim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Rio Branco (AC) em 2008, e deputado federal por Acre em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 947 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 47 mil de doações privadas (58 doadores). Os gastos contratados somam R$ 893 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 234 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 121 mil). Em 2014, R$ 405 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 187 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 947 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 893 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 405 milcontratados, campanha encerrada
Outras 8 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 110 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 187 mil100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 52,4 milhões empenhados · 81% pago · 68 emendas em 47 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263
Na Câmara dos Deputados, Angelim teve R$ 52,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 68 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 47 municípios. Já foram pagos R$ 42,6 milhões (81%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Rio Branco, Feijó e Brasiléia.2
EmpenhadoR$ 52,4 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 42,6 milhões81% do empenhado, com restos a pagar
Emendas68individuais
Municípios47diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2019
R$ 14,4 milhões
R$ 11,1 milhões
77%
21
29
2018
R$ 14,2 milhões
R$ 12,6 milhões
88%
21
15
2017
R$ 11,2 milhões
R$ 9,8 milhões
87%
14
13
2016
R$ 12,6 milhões
R$ 9,2 milhões
73%
12
3
Total
R$ 52,4 milhões
R$ 42,6 milhões
81%
68
47
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 26,8 milhões51,1%
2Defesa NacionalR$ 14,2 milhões27,0%
3EducaçãoR$ 2,2 milhões4,1%
Municípios que mais receberam
1Rio BrancoR$ 20,3 milhões38,7%
2FeijóR$ 1,5 milhão2,9%
3BrasiléiaR$ 1,2 milhão2,2%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
4
Candidaturas
6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2018SUPLENTE14.123GAC · 63 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PT · nº 1314 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.