- Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil27,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil16,0%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 5 mil8,0%
- Materiais impressosR$ 4 mil6,4%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil42,7%
Iolanda Fleming (Iolanda Ferreira Lima) disputou 6 eleições entre 1990 e 2010, para deputada estadual, prefeita, vereadora, deputada federal e senadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1990, para senadora por AC: 11.220 votos. Na campanha de 2010 para deputada estadual por AC, declarou R$ 63 mil em receitas: R$ 39 mil de outras campanhas, R$ 15 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 5 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Iolanda Ferreira Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Iolanda Fleming declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Acre em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 63 mil em receitas: R$ 39 mil de outras campanhas, R$ 15 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.