Vagner Galli

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Vagner Galli
5 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSDB
39 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor
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Vagner Galli disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Brasiléia em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AC: 527 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Brasiléia/AC, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 12 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 170 de doações privadas e R$ 625 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por carros de som (R$ 3 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 46% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

316 votos em 2008 · 5 eleições

A votação de Vagner Galli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 13 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados

Vagner Galli declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, e vereador em Brasiléia (AC) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 12 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 170 de doações privadas e R$ 625 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2006, 46% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2008R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 13 milcontratados
Gastos em 2006R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Brasiléia (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 94% · pessoas 1% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil21,4%
  • Serviços de terceirosR$ 1701,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 10 mil77,3%
2006Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 88046,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil54,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Vagner Galli: candidaturas e votos · Radar do Voto