Antonio Edilson Rodrigues dos Santos

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Antonio Edilson Rodrigues dos Santos
4 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PV
43 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Agricultor
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Professor Edilson (Antonio Edilson Rodrigues dos Santos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por AC: 227 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AC, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 13 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil.

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Evolução da votação nas eleições

227 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Antonio Edilson Rodrigues dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 23 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Professor Edilson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Brasiléia (AC) em 2012, e deputado estadual por Acre em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 13 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2012, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 77% · pessoas 23% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil6,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 14 mil93,3%
2012Vereador, Brasiléia (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 43% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80026,2%
  • Materiais impressosR$ 2357,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 291 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil66,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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