Zemar (Francisco Josemar Jerônimo da Silva) disputou 12 eleições entre 1994 e 2024, para vereador, vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Brasiléia em 2024 e 2004. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Brasiléia/AC: 2.162 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Brasiléia/AC, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2020 (44% com militância e mobilização de rua) e R$ 57 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
347 votos em 2024 (eleito) · 12 eleições
A votação de Francisco Josemar Jerônimo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos
Zemar declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006 e 2014, e vereador em Brasiléia (AC) em 2008, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2020, 44% dos R$ 10 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, R$ 57 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE1.881GAC · 34 anos · Superior completo · Servidor Público Estadual · PMN · nº 33102 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PMN / PSDB / PT
Prefeito · 1996NÃO ELEITO2.162LBrasiléia, Acre · 32 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PMN · nº 33 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE1.019GAC · 30 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PMN · nº 33140 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.