Dr Helcio

Dr Helcio
Helcio Santana Sampaio (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2008 · último partido PDT
59 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Helcio (Hélcio Santana Sampaio) disputou 5 eleições entre 1994 e 2008, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por TO: 7.057 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Colméia/TO, declarou R$ 272 mil em receitas: R$ 44 mil de doações privadas e R$ 228 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com pessoal (R$ 144 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 67 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 29 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 76 mil, 58% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

38 votos em 2008 · 5 eleições

A votação de Helcio Santana Sampaio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 272 mil em receitas · R$ 272 mil em gastos contratados

Dr Helcio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006, e prefeito em Colméia (TO) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 272 mil em receitas: R$ 44 mil de doações privadas e R$ 228 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com pessoal (R$ 144 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 67 mil). Em 2006, 58% dos R$ 76 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2008R$ 272 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 272 milcontratados
Gastos em 2006R$ 76 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2008Prefeito, Colméia (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 272 mil
doações de pessoas
pessoas 16% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 272 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 144 mil52,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 67 mil24,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 29 mil10,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 20 mil7,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 12 mil4,4%
2006Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 76 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 42% · pessoas 16% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 76 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 44 mil57,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 11 mil14,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil12,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 9 mil11,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil3,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892