Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lício (Lício Mauro da Silveira) disputou 4 eleições entre 1998 e 2010, para deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SC: 37.747 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SC, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 34 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 110 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 187 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil), serviços de terceiros (R$ 21 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 101 mil.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
25.814 votos em 2010 (anulados) · 4 eleições
A votação de Lício Mauro da Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2010: R$ 187 mil em receitas · R$ 187 mil em gastos contratados
Lício declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 34 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 110 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 187 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil) e serviços de terceiros (R$ 21 mil). Em 2006, R$ 101 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 187 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 187 milcontratados
Gastos em 2006R$ 101 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 21% · empresas 52% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 101 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 33 mil33,0%
PessoalR$ 12 mil11,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil9,9%
Despesas postaisR$ 4 mil4,5%
Outras 12 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil41,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2010VOTOS ANULADOSFALECIDO25.814GSC · 67 anos · Superior completo · Deputado · PP · nº 11135 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002ELEITO37.747GSC · 59 anos · Superior completo · Engenheiro · PPB · nº 11135 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
Deputado Estadual · 1998ELEITO29.723GSC · 55 anos · Superior completo · Engenheiro · PPB · nº 11135 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.