Frei Anastácio

Foto de Antonio Ribeiro
Frei Anastácio
Antonio Ribeiro (nome civil)
7 eleições entre 1998 e 2022 · PT
78 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Frei Anastácio (Antônio Ribeiro) disputou 7 eleições entre 1998 e 2022, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2018; deputado estadual em 2014, 2010, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PB: 91.408 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por PB, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 717 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 359 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 226 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 521 mil em 2018 (61% com publicidade por materiais impressos) e R$ 259 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

39.598 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Antonio Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1,9 milhão em receitas · R$ 1,9 milhão em gastos

Frei Anastácio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006, 2010 e 2014, e deputado federal por Paraíba em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 717 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 359 mil). Em 2018, 61% dos R$ 521 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 259 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 1,9 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,9 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 521 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
17 doadores pessoas físicas
FEFC 95% · pessoas 2% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 717 mil38,4%
  • Materiais impressosR$ 359 mil19,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 226 mil12,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 121 mil6,5%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 35 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 446 mil23,9%
2018Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 535 mil
24 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 8% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 521 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 319 mil61,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil7,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil6,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil5,8%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 222 lançados como "diversas a especificar"R$ 97 mil18,6%
2014Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 259 mil
29 doadores pessoas físicas
pessoas 52% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 259 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 88 mil33,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil13,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 31 mil12,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil8,8%
  • Outras 15 categoriasR$ 82 mil31,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 26% · próprios 62% · outras 6%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 38 mil45,7%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil4,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil4,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil3,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 758 lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil41,8%
2006Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 11% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 43 mil71,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil5,3%
  • TelefoneR$ 3 mil4,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil3,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 559 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil15,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892