Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ney Suassuna (Ney Robinson Suassuna) disputou 3 eleições entre 1998 e 2018, para 1º suplente e senador. Ele foi eleito 2 vezes: 1º suplente em 2018; senador em 1998. A maior votação foi em 2006, para senador por PB: 725.502 votos. Na campanha de 2006 para senador por PB, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 300 mil de outros recursos do partido, R$ 632 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 799 mil de empresas e R$ 74 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 557 mil), serviços de terceiros (R$ 318 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil).
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Evolução da votação nas eleições
725.502 votos em 2006 · 3 eleições
A votação de Ney Robinson Suassuna em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 1,8 milhão em receitas · R$ 1,8 milhão em gastos contratados
Ney Suassuna declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Paraíba em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 300 mil de outros recursos do partido, R$ 632 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 799 mil de empresas e R$ 74 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 557 mil) e serviços de terceiros (R$ 318 mil).
partido 17% · pessoas 35% · empresas 44% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 557 mil31,0%
Serviços de terceirosR$ 318 mil17,7%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil13,9%
Locação/cessão de bens móveisR$ 247 mil13,7%
Outras 16 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 423 mil23,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Senador · 1998ELEITO455.359GPB · 57 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.