10 eleições entre 1978 e 2014 · último partido PSOL
64 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Haroldo Saboia (Haroldo Freitas Pires de Sabóia) disputou 10 eleições entre 1978 e 2014, para senador, prefeito, vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de São Luís em 2000; deputado federal em 1994 e 1990; deputado estadual em 1982 e 1978. A maior votação foi em 2002, para senador por MA: 474.191 votos. Na campanha de 2014 para senador por MA, declarou R$ 63 mil em receitas: R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2012 (76% com publicidade por materiais impressos) e R$ 275 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
51.539 votos em 2014 · 10 eleições
A votação de Haroldo Freitas Pires de Saboia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 63 mil em receitas · R$ 63 mil em gastos contratados
Haroldo Saboia declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Luís (MA) em 2008, prefeito em São Luís (MA) em 2012, e senador por Maranhão em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 63 mil em receitas: R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Em 2012, 76% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 275 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 63 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 63 milcontratados
Gastos em 2012R$ 22 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil8,1%
Outras 11 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 96 mil35,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1994ELEITO · MÉDIA15.330GMA · 44 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PT · nº 1312 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1990ELEITO22.086GMA · 40 anos · PDT · nº 1211 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Estadual · 1982ELEITO28.201GMA · 32 anos · PMDB · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1978ELEITO12.171GMA · 28 anos · MDB · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.