- Militância e mobilização de ruaR$ 871 mil37,7%
- Materiais impressosR$ 702 mil30,4%
- Serviços de terceirosR$ 260 mil11,3%
- Publicidade por adesivosR$ 187 mil8,1%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 86 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 292 mil12,6%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lelo Coimbra (Welington Coimbra) disputou 9 eleições entre 1990 e 2018, para deputado federal, prefeito, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006; vice-governador em 2002; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por ES: 120.821 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 48,2 milhões empenhados em 42 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 41 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por ES, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 2,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 950 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 871 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 702 mil) e serviços de terceiros (R$ 260 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 719 mil em 2016 e R$ 2,2 milhões em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Welington Coimbra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lelo Coimbra declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Vitória (ES) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 2,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 950 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 871 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 702 mil). Em 2016, R$ 719 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 2,2 milhões em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Lelo Coimbra teve R$ 48,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 42 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 41 municípios. Já foram pagos R$ 40,6 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam foram Vitória, Jerônimo Monteiro e Mantenópolis.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 14,5 milhões | R$ 12,9 milhões | 89% | 6 | 5 |
| 2018 | R$ 13,1 milhões | R$ 9,8 milhões | 75% | 13 | 19 |
| 2017 | R$ 10,8 milhões | R$ 8,5 milhões | 78% | 11 | 20 |
| 2016 | R$ 9,5 milhões | R$ 8,9 milhões | 95% | 10 | 18 |
| Total | R$ 47,8 milhões | R$ 40,1 milhões | 84% | 40 | 41 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.