56 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental completo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gumercino Vinand (Gumercindo Gonçalves Vinand) disputou 5 eleições entre 1998 e 2012, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por ES: 12.576 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Iúna/ES, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 260 de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 6 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
2.988 votos em 2008 · 5 eleições
A votação de Gumercindo Gonçalves Vinand em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 20 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos contratados
Gumercino Vinand declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Iúna (ES) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 260 de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 6 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).
partido e outras campanhas 1% · pessoas 33% · empresas 28% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil20,0%
Materiais impressosR$ 4 mil18,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil13,4%
Publicidade por carros de somR$ 3 mil12,8%
Outras 4 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil35,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE12.576GES · 46 anos · Ensino médio incompleto · Senador, Deputado e Vereador · PGT · nº 30456 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PRTB / PGT / PTC
Deputado Estadual · 1998ELEITO11.343GES · 42 anos · Ensino fundamental completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PMDB · nº 15615 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.