Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Ademir Cardoso (Ademir Santos Cardoso) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Vitória em 2000; vereador de Vitória em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por ES: 21.659 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por ES, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 12 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 15 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 89 mil.
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Evolução da votação nas eleições
3.128 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Ademir Santos Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualVereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 29 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Professor Ademir Cardoso declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 12 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 15 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil). Em 2006, R$ 89 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 28 milcontratados
Gastos em 2006R$ 89 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil15,3%
Materiais impressosR$ 10 mil11,7%
Outras 9 categoriasR$ 18 mil20,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE21.659GES · 56 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PSDB · nº 4567 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PMDB / PSDB
Vice-Prefeito · 2000ELEITO112.751LVitória, Espírito Santo · 54 anos · Professor de Ensino Superior · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE9.007GES · 52 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PSDB · nº 45610 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PL / PPB / PSDB / PV
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA2.277LVitória, Espírito Santo · 50 anos · Superior completo · Professor · PSDB · nº 45610 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE6.325GES · 48 anos · Superior completo · Professor · PP · nº 39130 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.