7 eleições entre 1998 e 2014 · último partido PROS
60 anos em 2014 · Masculino · Superior incompleto
Deputado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Deputado Roque (Antônio Roque de Araújo) disputou 7 eleições entre 1998 e 2014, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por CE: 41.733 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por CE, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 558 de outras campanhas, R$ 110 mil de empresas e R$ 188 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 299 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 170 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 69 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 173 mil em 2012 e R$ 344 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
29.820 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Antonio Roque de Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 299 mil em receitas · R$ 299 mil em gastos contratados
Deputado Roque declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Crato (CE) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 558 de outras campanhas, R$ 110 mil de empresas e R$ 188 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 299 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 170 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 69 mil). Em 2012, R$ 173 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 344 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 299 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 299 milcontratados
Gastos em 2012R$ 173 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 8% · empresas 84% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 137 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil18,3%
Materiais impressosR$ 17 mil12,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil4,9%
Serviços de terceirosR$ 7 mil4,9%
Outras 6 categoriasinclui R$ 55 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 81 mil59,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO · MÉDIA32.264GCE · 48 anos · Superior incompleto · Senador, Deputado e Vereador · PSDB · nº 45666 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PSD / PV
Deputado Estadual · 1998ELEITO36.276GCE · 44 anos · Superior incompleto · Diretor de Empresas · PSDB · nº 45666 · ver resultado completo
Coligação: PPS / PSD / PSDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.