Arlindo Rebouças

Foto de Arlindo Santos Rebouças
Arlindo Rebouças
Arlindo Santos Rebouças (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PRTB
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Arlindo Rebouças (Arlindo Santos Rebouças) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Vitória da Conquista em 2012, 2008 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Vitória da Conquista/BA: 12.423 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Vitória da Conquista/BA, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 131 mil em 2016 (58% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 12 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

1.141 votos em 2020 (anulados) · 8 eleições

A votação de Arlindo Santos Rebouças em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Arlindo Rebouças declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Vitória da Conquista (BA) em 2008, 2012 e 2020, deputado estadual por Bahia em 2010, e prefeito em Vitória da Conquista (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Em 2016, 58% dos R$ 131 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2012, 59% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 131 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 18% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil69,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil30,7%
2016Prefeito, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 131 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 35% · pessoas 42% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 131 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 76 mil57,9%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil22,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil4,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil4,3%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil10,4%
2012Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · empresas 12% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil58,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil25,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil10,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4503,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 2502,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 22% · empresas 3% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 29 mil63,1%
  • Materiais impressosR$ 7 mil14,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil4,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil4,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil13,3%
2008Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 18% · empresas 6% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil26,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 90012,7%
  • Serviços de terceirosR$ 6158,7%
  • PessoalR$ 1602,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil50,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892