Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Genebaldo Correia (Genebaldo Souza Correia) disputou 3 eleições entre 1998 e 2010, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Santo Amaro em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por BA: 20.914 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por BA, declarou R$ 393 mil em receitas: R$ 253 mil de outros recursos do partido, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 93 mil de empresas e R$ 47 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 393 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 121 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 82 mil) e publicidade por carros de som (R$ 38 mil).
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Evolução da votação nas eleições
20.914 votos em 2010 · 3 eleições
A votação de Genebaldo Souza Correia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 393 mil em receitas · R$ 393 mil em gastos contratados
Genebaldo Correia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Bahia em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 393 mil em receitas: R$ 253 mil de outros recursos do partido, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 93 mil de empresas e R$ 47 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 393 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 121 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 82 mil).
partido 64% · pessoas menos de 1% · empresas 24% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 393 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 121 mil30,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 82 mil20,8%
Publicidade por carros de somR$ 38 mil9,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil7,6%
Outras 7 categoriasinclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 123 mil31,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE10.982GBA · 57 anos · Superior completo · Economista · PMDB · nº 15101 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.