Bassuma

Foto de Luiz Carlos Bassuma
Bassuma
Luiz Carlos Bassuma (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2018 · último partido AVANTE
62 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Bassuma (Luiz Carlos Bassuma) disputou 9 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, vice-prefeito, vereador, governador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2006 e 2002; deputado estadual em 1998; vereador de Salvador em 1996. A maior votação foi em 2010, para governador por BA: 253.523 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 12 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 133 mil em 2014 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 33 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.580 votos em 2018 · 9 eleições

A votação de Luiz Carlos Bassuma em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalGovernadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 50 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos

Bassuma declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2014 e 2018, governador por Bahia em 2010, e vereador em Salvador (BA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 12 mil). Em 2014, 53% dos R$ 133 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 41% dos R$ 33 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2018R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 42 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 133 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 30% · Fundo Partidário 15% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 18% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 42 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 23 mil55,8%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 12 mil28,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil11,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil3,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 570,1%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 133 mil
doações de pessoas
pessoas 87% · empresas 8% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 133 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 70 mil53,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 42 mil31,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil6,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil4,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil4,8%
2012Vereador, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 81% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil41,5%
  • Materiais impressosR$ 8 mil25,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 5 mil16,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil12,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil4,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Governador, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 108 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 17% · empresas 10% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 108 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 50 mil46,1%
  • Materiais impressosR$ 24 mil22,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil10,7%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil10,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 791 doados a outros candidatos e partidosR$ 12 mil11,0%
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 129 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 51% · empresas 35% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 119 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80 mil67,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil8,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil6,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil3,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 18 mil14,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892